São Paulo, 24 de outubro de 2014

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Microcefalia
 
A microcefalia é um defeito no crescimento do cérebro. O cérebro (parte mole) está contido dentro do crânio (parte óssea). O crânio de um bebê, ao nascer, é formado por vários ossos interligados, mas não soldados. O cérebro consegue crescer porque as suturas que os ligam ainda não estão soldados. Caso se fechem precocemente ocorre o que se chama de craniossinosteose. A calota óssea do crânio acaba impedindo que o cérebro cresça, trazendo conseqüências graves para a criança. É a principal causa da microcefalia (tamanho do crânio abaixo do normal).

O pediatra deve medir o perímetro cefálico (circunferência do crânio) do bebê no nascimento e mensalmente, até que ele complete um ano. Esse é o período de maior aceleração, de toda a vida da pessoa. O perímetro cefálico (pc) aumenta dois centímetros por mês, no primeiro trimestre de vida; um centímetro por mês, no segundo trimestre e meio centímetro por mês, no segundo semestre, crescendo, portanto, 12 centímetros no primeiro ano, o que corresponde a cerca de 80% do seu total.

A chamada moleira (fontanela anterior) fecha a partir de mais ou menos seis meses a um ano e meio. É um dado a mais a ser observado, embora esse tempo de fechamento varie muito de criança para criança. O pc é o parâmetro clínico mais importante.

Outro dado a que o pediatra deve ficar atento é para a simetria do crânio, já que nem sempre todas as suturas estão fechadas por igual.

Por outro lado, algumas doenças, além da microcefalia, são acompanhadas de outras deformidades como, por exemplo, a sindactilia (fusão dos dedos das mãos) ou deformidade facial.

São síndromes que, além dos sintomas próprios da microcefalia (retardo mental, convulsão, etc.), agregam outras anomalias.

O neurologista pediátrico irá avaliar cada síndrome em questão e a idéia do comprometimento mental, para indicar o melhor caminho para a conduta e orientações. A cirurgia da craniossinosteose deve ser o mais precoce possível, para que o cérebro possa crescer. Hoje, com exames sofisticados como, por exemplo, a ressonância magnética, podemos ter a idéia exata das condições do crânio.

Aconselhamos o tratamento desses casos em hospitais-escola (HC, Santa Casa, Hospital Universitário). Os portadores de microcefalia devem ser encaminhados a estes hospitais especializados para que se possa analisar se o problema é isolado ou se já existem outros comprometimentos como o retardo mental, por exemplo.

A Apae faz o seguimento desses casos crônicos selecionados. Repito: cada caso deve ser analisado individualmente e somente o profissional irá dar a melhor condução.
 
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